quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A doença ou a salvação?
Mais um dia de calor, sentido com a desconfiança de quem pertence ao planeta e não compreende a totalidade desta anomalia, ele como manda a rotina, sai do prédio já ao pé daquele café de sempre, aquele maldito sitio onde tudo era igual, ás horas do costume. Ouvira aquelas vozes durante muitos anos. Geria o seu tempo e o seu espaço de uma forma particular, tinha uma tendência para que tal acontecesse. Os 77 passos que dava de casa até ao café, mais 20 e chegava ao seu pouso, aquele onde passava horas a vislumbrar as cores do céu, a ouvir o ralhar dos pássaros, a cuscuvilhice das velhotas que paravam para o cumprimentar, os beijos molhados de mulheres que já não tem muito, para além da vontade de cruzarem as suas vidas já passadas com aqueles que ainda sentem . Ele sentado num banco por baixo de o que julgo ser um plátano, ansiava por sentir todos pormenores. Uma mulher que passava, suada do intenso calor, aquele aroma era inconfundível, todos os dias sonhava com um sinal uma aproximação, algo que lhe disse-se que a confusão que alimentava fazia sentido. Hoje ela virou-se ...
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Noite
Boa noite. Hoje torna-se naqueles dias em que realmente as coisas acontecem com um propósito, aqui onde estou, rodeado de uma lata de cerveja, de um maço de cigarros winston- uma nova marca de redutor de vida que ando a experimentar - o meu pc e esta magnifica ostentação humana.
O Sitio assim vou lhe chamar, talvez seja cliché, mas como costumo dizer os clichés existem por algum motivo. Já não escrevo há mais de 3 meses desde que acabei a ultima página do meu acompanhante. Do meu parceiro sentimental, dessa pedra que passa de bolso em bolso. Uma sucessão de eventos ocorreram nestes últimos tempos coisas, sob as quais não quero escrever até porque é me difícil fazer associações, sempre foi. Descobri nestes últimos tempos que realmente não sai da letargia que contaminava a minha ferramenta e o quanto eu sofro com ela, oh belas mágoas que me apertam tudo mas não passam de picadas, pequenas picadas de um mosquito inofensivo quando só! Antes de começar a escrever pensei que poderia hoje alterar o meu radical! Sentido da escrita com a intenção de expor tudo em palavras levar a conhecer vos melhor esta para sempre, corrida enigmática que percorremos há uns anos. Tenho a tendência estúpida de atribuir a esse facto, a culpa quase total da minha cadência, deste meu estupor de saga que não me sucede com o passar dos anos apenas a transforma em algo inútil, inerte, preso ao sitio onde começou.
Pois bem, não se diz que voltamos aos mesmos sítios por mero acaso, haverá uma causa provável para tal acontecer? Nunca pensei a fundo onde tudo começou, se foi naquele dia em que nos reuníamos para mais uma noite, dia, tudo em que estávamos livres de qualquer prejuízo, ou juízo de valores ou princípios esse género de merdas que nos começam a apanhar na corrida enigmática que é a vida. O sentimento que guardo confesso que se foi apagando, mas o mais forte fica , é extraodinário, por isso eu sinto ainda aquele pequeno, mas insistente nó na barriga quando cruzamos caminhos, nós todos, vocês todos com as vossas vidas o vosso trajecto, as barreiras que ultrapassam com sentido para o desconhecido, estou orgulhoso do vosso rumo digo isto sem qualquer tipo de segundas intenções, apenas com objectivo de ....vos querer bem, apenas isso.
O Sitio assim vou lhe chamar, talvez seja cliché, mas como costumo dizer os clichés existem por algum motivo. Já não escrevo há mais de 3 meses desde que acabei a ultima página do meu acompanhante. Do meu parceiro sentimental, dessa pedra que passa de bolso em bolso. Uma sucessão de eventos ocorreram nestes últimos tempos coisas, sob as quais não quero escrever até porque é me difícil fazer associações, sempre foi. Descobri nestes últimos tempos que realmente não sai da letargia que contaminava a minha ferramenta e o quanto eu sofro com ela, oh belas mágoas que me apertam tudo mas não passam de picadas, pequenas picadas de um mosquito inofensivo quando só! Antes de começar a escrever pensei que poderia hoje alterar o meu radical! Sentido da escrita com a intenção de expor tudo em palavras levar a conhecer vos melhor esta para sempre, corrida enigmática que percorremos há uns anos. Tenho a tendência estúpida de atribuir a esse facto, a culpa quase total da minha cadência, deste meu estupor de saga que não me sucede com o passar dos anos apenas a transforma em algo inútil, inerte, preso ao sitio onde começou.
Pois bem, não se diz que voltamos aos mesmos sítios por mero acaso, haverá uma causa provável para tal acontecer? Nunca pensei a fundo onde tudo começou, se foi naquele dia em que nos reuníamos para mais uma noite, dia, tudo em que estávamos livres de qualquer prejuízo, ou juízo de valores ou princípios esse género de merdas que nos começam a apanhar na corrida enigmática que é a vida. O sentimento que guardo confesso que se foi apagando, mas o mais forte fica , é extraodinário, por isso eu sinto ainda aquele pequeno, mas insistente nó na barriga quando cruzamos caminhos, nós todos, vocês todos com as vossas vidas o vosso trajecto, as barreiras que ultrapassam com sentido para o desconhecido, estou orgulhoso do vosso rumo digo isto sem qualquer tipo de segundas intenções, apenas com objectivo de ....vos querer bem, apenas isso.
sexta-feira, 19 de março de 2010
F.P
quinta-feira, 18 de março de 2010
Moleskine
Meu amigo, já muitas vezes te observei numa tentativa de te conhecer. Conheço te, talvez um pouco, talvez as buscas que travas com o teu "eu", sejam similares ao Moleskine, que busco, talvez as nossas conversas sejam tão produtivas devido a essas semelhanças. Estava para te responder em cabeça quente ao dito texto, em vez disso resolvi esperar penso que quis amadurecer as questões, para poder escrever algo com real importância. Sei e compreendo a tua sede de querer, de tentar atingir patamares, percebo te porque nos encontrámos no caminho, sei porque as minhas duvidas tornam se as tuas, porque a tua compreensão da minha, suplanta o que poderia ser esperado. Acredito piamente em ti, digo-te sem rodeios, sem metáforas, não preciso disso. Digo-te para lutar, nunca baixes a cabeça perante as situações, se somos nós que as criamos, temos de ser nós a resolve-las. A tinta que precisas, os quadros, as trinchas, o papel, o moleskine, as canetas, sei que estão lá não duvido e sei também que quando necessitar estarás lá para dizer-me que fiz mal que deveria ter pensado melhor, para me criticares, mas com sentido construtivo, para que no fim nos sintamos todos mais próximos livres de tabus e preconceitos, unidos á nossas maneira. A vida não se perde, os anos passam mas a nossa capacidade de aprendizagem cresce, tudo o que absorvemos é nosso é a nossa experiência e tudo vem a seu tempo se te deres liberdade para tal.
domingo, 14 de março de 2010
Moleskine
Hoje é o ultimo dia,
Preciso de um novo Moleskine, preciso de ver as paginas brancas, virgens de tinta esferográfica, preciso do cheiro a novo o toque das folhas.
Tão limpas e suaves, preciso de não ver a minha mão nesse caderno, os desenhos esquisitos, os
textos em diferentes páginas, não, não quero ver nada disso.
Não quero já conhecer.
Quero ver, aprender a olhar, descobrir que gosto sem sombra.
Descobrir que existem outras capas, com cores diferentes, que me podem acompanhar partilhar os meus pensamentos, as minhas loucuras, os meus desatinos literários, os devaneios para com o mundo.
Algo que possa completar mais um espaço da minha "escrita", do eu, do meu eu!
Guardo te num dos sítios mais bonitos da minha escritamente.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Society
Boa noite. Apresento um artigo mais completo. As bases usadas para este artigo foram retiradas do fundo de um ser peculiar. Não!!! Errado escrevo no mais puro dos desagrados para com a minha decisão de ficar. Baby baby oh baby! long time no see you! A pura dislexia, o mais puro dos santos, a mais sensível pessoa, o maior tormento do ser humano, a escapatória triste de mais um dia de verão intenso até não dizer. A confusão de uma escrita, pura no seu significado, mas metódica sem saber onde vai dar fazendo dos seus dedos o destino, aquela questionável força que a tantos atormentou e atormenta. Ás vezes a vida não é proporcionada no sentido mais correcto, o que não significa a sua morte, o seu desprender do instrumento punitivo, que vagueia sem saber alguma vez o seu sentido na ilusão de um dia conseguir atingir o clímax a certeza de que existe, que reside no centro do mundo não passando de mais um objecto no jogo da despedida. As musicas ainda me despertam o som ainda acorda os mortos, os dedos já gelados os gestos presos no tempo, não foste tu que inventaste o tempo, não sou uma invenção do homem. Não sou um sub-produto de uma sociedade, não sou tu, tu não és uma invenção, a tragédia não é pura, a paz não é pura as utopias não existem, o som vive para sempre, a alma perdura o sol é mentira, o sangue não existe, as coisas existem as situações não existem. Eu não sou um produto da tua mente eu sou quem sou amanha serei o mesmo. Yesterday i woke up sucking a lemon. Yesterday i woke up sucking a lemon. A policia não existe, a politica não existe, a sociedade sou eu o panorama politico sou eu quem constroi o que sou, quem vê a transformação, a loucura presa nas cordas vocais o cheiro.... O cheiro. O álcool o nojo o improviso estupefação, o brilho escuro nos olhos, a raiva, a calma eterna de quem não sabe estar calmo, o olhar perdido na violência, a violência que não existe, a batalha que é uma guerra não existe o ser que existe???????2+2=5 ??????? a verdade não existe. Godot não existe, a certeza está no procurar e não encontrar as pessoas não existem, o teu corpo é meu, um dia a minha alma é tua porque minha ela já é, não consigo segurá la, mas tento e consigo, mas ela sai. A alma não existe, o instrumento está cá. A sensação que incomoda todos fica até o fim, depois é só paz. A paz não ...
Subscrever:
Mensagens (Atom)