pedaço de borracha, quero ser como tu, encosto em todos os teus passos,
eu sei que és tu,
sento me e olho para o espelho procuro me sem saber,
tento, sou um ser, mas já nada do que sou, és
conduzo te pelo rio, trauteando a mesma cnnção,
não sou cineasta nem politico, também não sei se sou ladrão,
prisioneiro na masmorra, á merce de quem não me vê,
hoje transformo me e sigo os teus passos outra vez
Hoje sou cão, sem dono, careta de impossibilidade,
sou feio sem sentido e bonito sem lugar,
Hoje aplaudo, bato as mãos até sangrar
no risco de ficar sóbrio procuro os teus passos devagar
hoje sou centelha de fogo que já ardeu,
sou pedaço de lembrança num papel, frio
Combate misto de vulgares criaturas, sigo o caminho sem estrada,
onde ruma o sem fim,
pernoito lá, e sinto que devia sentir,
penso que é bom porque vem de mim
enquanto penso, tão enganado estou, olho para o caminho e não lá estou.
terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
2
Saltando de sentido em sentido, procurando o seu mais que tudo.
A s paisagens são incríveis, por onde passa deixa o seu nome escrito, numa folha de papel, na casa de banho, numa parede já velha, num poste, na caixa de correio, em muita coisa deixa a sua marca. Numa busca incessante pelo seu sentido, apaixona-se desenfreadamente, até que percebe que o seu caminho é outro, volta a apaixonar-se cai outra vez, solta um dedo, volta a apaixonar-se desta vez é de verdade, o sentido está la, e cai.
Perdeu a perna desta vez, mais dificilmente se apaixona, já custa montar o cavalo, este parece bem mais alto, mais esguio que o habitual. não se apaixona tão rapidamente, e o tempo passa enquanto espera. Recorda todas as paixões sentado numa rocha mesmo ao pé do seu sitio preferido, foi uma paixão que o levou la num dia quente, quando já não esperava por nada eis que surge a contemplação deste magnifico sitio; e o tempo passa e na esperança de passar mais rápido, pensa sobre as suas paixões antigas as quais foi tão apaixonado. Ai se a paixão se visse, ele era o homem que mais cores tinha visto. Começara a fazer jogos com todas a suas amantes, misturando tentando de cada coisa perceber o que se destacava, quais as qualidades que sobressaiam a cada uma.o tempo acabara o sol já se tinha posto quando por fim concretizou o seu pensamento,a paixão final revelara-se tão bonita.
Às 20horas partira para o descanso, não percebendo que agora pertencia ao reino das minhocas, acelerou o seu ritmo, e ficou preso ao seu lugar de eleição.
A s paisagens são incríveis, por onde passa deixa o seu nome escrito, numa folha de papel, na casa de banho, numa parede já velha, num poste, na caixa de correio, em muita coisa deixa a sua marca. Numa busca incessante pelo seu sentido, apaixona-se desenfreadamente, até que percebe que o seu caminho é outro, volta a apaixonar-se cai outra vez, solta um dedo, volta a apaixonar-se desta vez é de verdade, o sentido está la, e cai.
Perdeu a perna desta vez, mais dificilmente se apaixona, já custa montar o cavalo, este parece bem mais alto, mais esguio que o habitual. não se apaixona tão rapidamente, e o tempo passa enquanto espera. Recorda todas as paixões sentado numa rocha mesmo ao pé do seu sitio preferido, foi uma paixão que o levou la num dia quente, quando já não esperava por nada eis que surge a contemplação deste magnifico sitio; e o tempo passa e na esperança de passar mais rápido, pensa sobre as suas paixões antigas as quais foi tão apaixonado. Ai se a paixão se visse, ele era o homem que mais cores tinha visto. Começara a fazer jogos com todas a suas amantes, misturando tentando de cada coisa perceber o que se destacava, quais as qualidades que sobressaiam a cada uma.o tempo acabara o sol já se tinha posto quando por fim concretizou o seu pensamento,a paixão final revelara-se tão bonita.
Às 20horas partira para o descanso, não percebendo que agora pertencia ao reino das minhocas, acelerou o seu ritmo, e ficou preso ao seu lugar de eleição.
1
nem todos os dias poderiam ser perfeitos, na sua luz, no cheiro que passa, na cara das pessoas. nem todos os dias podem ser perfeitos, porque onde a luta não chega, alguém vem.
nem todos os dias são perfeitos, na imensidão de minutos e cores.
nem todos os dias são parecidos, apenas uns mais que outros.
nem todos os dias são para sempre, não existem revivalismos a cores.
nem todos os dias chove, uma constipação vem de cada vez.
nem todos os dias são perfeitos, não correm bem, correm menos bem, na passada diária certos encontros de palavras ajeitam-se na ferida, constroem lá o seu santuário até ao fim.
nem todos os dias são perfeitos, mas já me saia um.
nem todos os dias teem que ser perfeitos, a piada está ai.
nem todos os dias...
nem todos os dias são perfeitos, na imensidão de minutos e cores.
nem todos os dias são parecidos, apenas uns mais que outros.
nem todos os dias são para sempre, não existem revivalismos a cores.
nem todos os dias chove, uma constipação vem de cada vez.
nem todos os dias são perfeitos, não correm bem, correm menos bem, na passada diária certos encontros de palavras ajeitam-se na ferida, constroem lá o seu santuário até ao fim.
nem todos os dias são perfeitos, mas já me saia um.
nem todos os dias teem que ser perfeitos, a piada está ai.
nem todos os dias...
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Natal
Paranormal o jantar de Natal, com todo o esforço incutido numa refeição capaz de unir até os maiores inimigos, mas a verdadeira união não começa no jantar, acaba com o jantar isso sim.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
187
Começam as férias do pensamento, terei que desprender da minha forma estática todo aquele espaço que preenche o nada, todo aquele vazio preenchido por uivos e lamentações, acaba, reage e dissolve-se.
Quero apenas lume para a minha fogueira de sangue, ilumina me a tua noite com prata da rua, eu que nada conto na minha cabeça deveria saber o significado de deixar tudo para trás, transportar apenas aquilo que me foi dado ao longo dos anos sem nunca ter apreciado mais ou menos, apenas aquilo que vinha, e surgia nas noites mais claras eram apenas aquelas que conseguia seguir o rasto da prata.
Deixando as palavras fluírem era ele um ser mais válido mais composto de ele mesmo, todas as tendências seriam para um dia tornar-se naquilo que todos mais desejaram, um papel e caneta, onde escreve e escreve e volta a escrever, e essas palavras cheias de força deixaram no mais entorpecido do que imaginara e toda a sua vida era sujeita a uma minúcia estúpida, tão estúpida que este nunca chegara a ler o que escrevera, e outra vez, mais uma vez os santos fabris consumiam se na sua perda, no seu olhar esquecido na imensidão das palavras sem ritmo, e tentava outra vez, pensando- desta talvez consiga- e batem palmas oh gentes de tamanho nojo!
Hoje não lhe servem de nada estas palavras são apenas flash de memorias pequenas letras que aparecem nas situações mais estranhas, por felizes coincidências, ou por acaso apenas.Ele é quem tentara ser, só e unicamente isso..........................
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